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O mar... as ondas... maresia pelas narinas... assim soer solitária procurar ao longe, no fim das linhas — mar, montanhas, nuvens, embarcações — respostas. Não! A resposta. Traria solução para toda aquela vida, até ali mal vivida, desencontrada, desconexa. Não havia desculpas. A resposta para ela já havia chegado... e passado... Mas quedava empedernida em seus conhecimentos elevados, eruditos, intelectuais demais para qualquer atitude. Ai, soer fantasiar respostas — todas bem formuladas. Teoricamente coerentes e inquestionáveis. O mundo estava definido. Então, por que buscar? O mar parecia exato, as linhas, o movimento das ondas era mais exato ainda. Assim... quedava-se ela e o mundo. Mais ainda a resposta.
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